Um membro do Parlamento australiano pediu investigação policial sobre um vazamento de uma sextape gay de um ex-funcionário que teve atos sexuais em propriedade do governo. A história começou na semana passada, quando um funcionário chamado Nathan Winn perdeu o emprego por causa do vazamento da filmagem de seu ex-amigo e namorado Gavin Cuddy.

O vídeo em questão mostra Winn fazendo sexo oral em um homem na Câmara do Parlamento e se masturbando na mesa de uma parlamentar. Cuddy também deu a entender que ele tem outras sextapes de outros funcionários, que ele também ameaçou vazar.

VÍDEO NOVO DO PÕE NA RODA:

Para o parlamentar Liberal Warren Entsch, o vazamento do vídeo deveria ter desencadeado uma investigação completa sobre Cuddy: “Vamos deixar claro: é pornografia de vingança”, disse Entsch ao The Sunday Morning Herald. “Qualquer material fornecido ao governo deve ser encaminhado à Polícia Federal Australiana para investigação.”

VEJA TAMBÉM:  Cientistas australianos iluminam telescópio com as cores do arco-íris para o Mardi Gras

Entsch também defendeu a privacidade de Winn – embora não suas ações – argumentando que a sextape foi um erro flagrante da parte de Cuddy. Embora Cuddy diga que deu o vídeo aos jornalistas para expor os acontecimentos ocultos do Parlamento, Entsch apontou que Cuddy só fez isso depois que Winn ficou noivo de seu atual noivo.

Sextape foi vazada por vingança

“Nathan basicamente lhe deu um fora e esse personagem agora decidiu se vingar”, disse Entsch sobre as ações de Cuddy, mais uma vez insinuando que o vazamento do vídeo foi motivado por mera vingança e ciúmes, não por denúncias contra a corrupção.

Cuddy insistiu com os repórteres que a sextape não teve nada a ver com o noivado de Winn. Independentemente disso, Cuddy agora enfrenta acusações de divulgar imagens íntimas sem consentimento e pode pegar até três anos de prisão. De acordo com a lei australiana, fazer isso constitui uma violação ilegal da privacidade.