Durante uma transmissão ao vivo do GLAAD, o antigo pré-candidato democrata a presidência dos Estados Unidos, Pete Buttigieg, foi questionando pelo apresentador do programa sobre como ele se sentia em relação a atual “geração LGBT+” que não compartilha de um mesmo senso de conexão com ele somente pelo fato de ser gay.

Buttigieg, 38 anos, foi o primeiro pré-candidato democrata abertamente gay a concorrer durante as eleições primárias nos EUA, mas desistiu da corrida presidencial.

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Em resposta ao questionamento do apresentador, ele explicou: “Acho que nossa comunidade LGBT+ está passando por essa experiência geracional. Eu me pergunto se para algumas pessoas isso foi empoderador, em termos de um grupo que está tão próximo da marginalização, honestamente se sentir empoderado para ser gay e não votar no candidato gay”.

O político acrescenta que: “uma geração está surpresa com a possibilidade de existir um candidato LGBT, mas acho que, para outros, pode parecer empoderador poder ser gay e não votar em um candidato gay”, afirmou Buttigieg. “Em algum nível, eu entendo isso. Só espero que as pessoas possam ter quaisquer que sejam suas opiniões políticas e não sejam más.”

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No entanto, o candidato disse que geralmente recebe uma recepção calorosa de pessoas LGBTs mais velhas na campanha. Segundo Buttigieg, muitas pessoas da geração mais velha vão até ele mal conseguiam formar palavras, chorando.

Embora Buttigieg tenha quebrado barreiras para um candidato à presidência, o ex-prefeito de South Bend não foi universalmente abraçado pela a comunidade LGBTQ+, atraindo vários ataques online, que o criticavam desde seu casamento convencional até a maneira como se vestia.