Pelo menos dez pessoas trans foram assassinadas nos EUA apenas em 2020. A vítima mais recente é uma mulher trans de 28 anos, esfaqueada até a morte em seu apartamento em Missouri. 

O presidenciável democrata Joe Biden usou as redes sociais para manifestar indignação diante dos crimes: “Não podemos ficar calados diante da crescente violência contra pessoas trans de cor – como as recentes tragédias no Missouri e Porto Rico. É nossa obrigação moral acabar com essa epidemia e garantir que todos possam viver orgulhosos e livres do medo”.

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O plano de políticas públicas do candidato à presidência detalha como será a atuação de um possível governo no combate a violência transfóbica. “Como uma resposta direta às altas taxas de homicídios de pessoas trans – principalmente mulheres negras – o governo Biden fará com que processar seus assassinos seja uma prioridade. E durante seus primeiros 100 dias no cargo, Biden direcionará recursos federais para ajudar a prevenir a violência contra mulheres trans, principalmente mulheres negras”, ressalta o documento.

Outras promessas de campanha voltadas ao público LGBT+ está a reversão das políticas discriminatórias promovidas pelo governo Trump. Afirmou também que vai enviar ao legislativo a Lei da Igualdade, que proíbe a discriminação LGBT+ em todos os estados dos EUA.

Além disso, o presidenciável afirmou que vai aumentar o reconhecimento de gênero para que “toda pessoa trans ou não-binária” possa ter a opção de mudar seu marcador de gênero nas identificações governamentais. 

Após a desistência de Bernie Sanders da corrida presidencial, o ex-vice-presidente, Joe Biden, se tornou o candidato democrata responsável por tentar impedir um segundo mandado de Donald Trump.