A história de Rachel Pacheco, conhecida como Bruna Surfistinha, ficou famosa em todo país após o filme sobre sua vida ser estrelado por Deborah Secco. Ex-garota de programa, a jovem também já lançou um livro onde falou francamente sobre o que ela considerou bom e ruim na sua antiga profissão.

Nesta semana, Bolsonaro assinou um decreto que transfere o Conselho Superior do Cinema, responsável pela política nacional de audiovisual e complementar da Ancine, do Ministério da Cidadania para a Casa Civil, em entrevista à imprensa, o presidente justificou a transferência com a seguinte frase: “Agora há pouco, o Osmar Terra e eu fomos para um canto e nos acertamos. Não posso admitir que, com dinheiro público, se façam filmes como o da Bruna Surfistinha. Não dá”, disparou.

Após a declaração, Rachel resolveu rebater o presidente em entrevista ao jornal Extra desta semana. “Sobre mais uma infeliz declaração do Bolsonaro, eu digo que ele, antes de fazer juízo de valor sobre os outros, ele deveria cuidar da moral da própria família, e ainda do nosso país. Afinal, ele está cuidando demais do que não precisa e fazendo pouco do dever dele principal, que é ser presidente”, disse ela.

Vale lembrar que, recentemente, Rachel já havia dito uma frase de efeito sobre Bolsonaro. “Me chame de puta, mas não me chame de Bolsominion”, afirmou ela, em outra ocasião, por meio das suas redes sociais.

Outra informação importante, é que o filme Bruna Surfistinha é considerado um sucesso de bilheteria do cinema nacional, levando mais de 2 milhões de espectadores aos cinemas.

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