Com uma agenda em comum, a bancada Evangélica e a bancada Católica pretendem criar um “bloco cristão” no Congresso para combater políticas públicas progressistas. Uma das principais mobilizações dos parlamentares evangélicos em 2020 será a de dar, por via da lei, um novo entendimento sobre o que deve ou não ser considerado crime de homofobia.

Juntas, as bancadas comprometidas em promover a ideologia cristã através do Estado reúnem 311 deputados, dos quais 98 estão presentes em ambos os grupos (católico e evangélico).

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Em entrevista ao jornal Estado de São Paulo, Francisco Júnior (PSD-GO), diz que o objetivo é ter uma “sintonia” entre as bancadas para assim colocar em pauta projetos que agradem ambos os grupos: “Os debutados se conhecem, vão conversando e, mesmo sem articulação, acabam indo na mesma direção“.

Coordenador da frente evangélica do Congresso, Silas Câmara (Republicanos-AM) também defende a união, mas quer que os católicos se empenhem em prol da articulação: “Eles podem construir conosco. Podemos sim avançar para uma frente cristã comum“.

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Uma das principais pautas a serem colocadas serão em “defesa da vida e da família”. Silas cita a LGBTQfobia, equiparada ao racismo no ano passado pelo STF, que precisa de “um novo entendimento do Congresso”. Eles também pretendem frear a descriminalização das drogas na Suprema Corte e se alinhar de vez com o presidente Jair Bolsonaro.

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22 anos, geminiano, mineiro, jornalista formado pela UEMG. Apaixonado por música e artes de modo geral. Ex-bailarino na teoria mas danço nas festinhas bastante. Sonho em ser amigo da Rihanna e da família da Beyoncé. Provável futuro ex-bbb e quem sabe vencedor da Fazenda.