Acabar morando com o ex é uma realidade para muitos casais gays que, depois de um tempo de relacionamento, casados, acabam por se deparar com a situação de que um dos dois não tem para onde ir inicialmente ou um dos dois não consegue pagar sozinho o apartamento em que moravam.

Quando o relacionamento acaba, por vezes nenhum dos dois havia pensado em ter uma estrutura para a eventualidade da separação, porque ninguém se junta pensando em separar, certo? O fato é que a decisão de permanecer juntos dentro da casa por um tempo depende diretamente da forma como essa relação chegou ao fim.

A maturidade e o processo de separação vai definir se é possível ter convivência por um tempo até que aquele que precise sair consiga se estabelecer. Naturalmente que quando a coisa foi conturbada, 1 mês pode ter o valor (e o sufoco) de 6 meses.

Mas morar com o ex não é sempre um sentimento de “que horas isso vai acabar”, visto que muitos casais podem ter dois quartos o que possibilita ao outro o tempo necessário para sua nova jornada. Há questões como nenhum dos dois poder arcar com as despesas sozinho.

Enfim, no vídeo “Morando com o ex” os dois contam experiências sobre como foi possível (ou impossível) viver morando com o ex na mesma casa até que um dos dois tomasse seu rumo. Ronaldo Serruya, o convidado do Bee40tona, teve essa experiência duas vezes com espectros bem diferentes. Dá o play que vale a pena!