Uma pesquisa realizada pela Fortune recentemente conversou com mais de 12 mil funcionários de empresas multinacionais, das quais aproximadamente 2 mil se identificaram como sendo LGBT, de diferentes países e com diferentes níveis de apoio a comunidade. Dentre os países onde a pesquisa foi realizada, Índia, Rússia e Cingapura foram considerados hostis a comunidade LGBT; ao mesmo tempo em que China, Hong Kong e Turquia estão entre os não-amigáveis. Enquanto que países como Brasil, África do Sul, Reino Unido e Estados Unidos foram os que se mostraram mais receptíveis ao público LGBT.

Pesquisa também revela também que 82% dos transexuais e travestis não concluem seus estudos por não ter perspectiva de encontrar um posto de trabalho no mercado formal. 

Os números evidenciam que para a população LGBTI+ é muito importante estar inserida em uma organização que aborde o tema, conscientize seus colaboradores e crie diretrizes que fomentem o diálogo, respeito e bem-estar para todos os profissionais.

Entre as 500 maiores empresas do mundo, citadas pela Fortune, 93% proíbem qualquer discriminação de identidade de gênero e orientação sexual.

Para a fundadora e CEO do Center for Talent Innovation, Sylvia Ann Hewlett, este fato tem ligação com a produtividade da empresa. “Profissionais LGBT que trabalham para companhias que os fazem se sentir mais seguros em relação a qualquer discriminação tendem a ser mais engajados com o trabalho e a darem mais resultados”, disse Hewlett.


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