Uma lista de LGBTs influentes anunciaram início de processo contra Ana Paula Valadão, as acusações de homofobia e crime contra a saúde pública foram motivadas após vídeo de 2016 cair nas redes e viralizar. No vídeo, a cantora evangélica diz que AIDS é um castigo de Deus ao comportamento dos homossexuais e que héteros não contraem a doença.

Agripino Magalhães, ativista pelos direitos da população LGBTQ+ anunciou em suas redes sociais que entraria com ação contra a pastora fundamentalista Ana Paula Valadão. Ele afirma, em sua publicação, que a pastora é “LGBTIfóbica, criminosa, ignorante e preconceituosa ao relacionar a AIDS aos LGBTI+ e outras barbaridades.

VÍDEO NOVO DO PÕE NA RODA:

Erika Hilton, militante LGBT e deputada estadual pela bancada ativista em São Paulo, afirmou em nota que emitiu ação ao Ministério Público para abertura de uma investigação criminal contra Valadão e para que ela seja condenada a pagar R$ 1.000.000,00 a título de indenização por dano moral coletivo.

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O Partido Diversidade também se posicionou nas redes anunciando processo contra a pastora Ana Paula Valadão pelos crimes de homofobia e crime contra a saúde pública. O partido engrossa o coro de que a pastora deve pagar multa por danos à comunidade.

Além destes, o deputado federal David Miranda (PSOL) também disse que entrará com ação contra a cantora evangélica homofóbica. Alexandre M F Bahia, representante da Aliança LGBTI+ também afirmou que a ONG dará queixa de Ana Paula Valadão na Justiça.

Em nota, Erika Hilton diz que a representação criminal, direcionada ao Ministério Público dos Estados de São Paulo e de Minas Gerais, também é assinada por ABGLT, ANTRA e GAVD. O escritório Carvalho Siqueira e advogado Paulo Iotti (responsável pela criminalização da homofobia, aprovada pelo STF) são os autores da representação.

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