Depois de se estabelecer como um dos artistas pornôs mais requisitados do mundo nos últimos dois anos, o brasileiro e ex-estudante de medicina,  Alam Wernick, está seguindo o caminho de muitas estrelas do entretenimento adulto, capitalizando sua nova fama no OnlyFans, onde os fãs podem se inscrever para ter o prazer pessoal de assistir suas façanhas sexuais. Atualmente Wernik tem mais de um milhão  de seguidores no Instagram e 200.000 no Twitter.

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VÍDEO NOVO DO PÕE NA RODA:

Alam é capa da revista britânica Attitude  do mês de junho e concedeu uma entrevista falando sobre sua vida, redes sociais e como o aplicativo  OnlyFans tornou-se sua liberdade sexual e financeira.

O aplicativo OnlyFans revolucionou a indústria do sexo nos últimos anos, à medida que criadores de conteúdo profissionais e amadores abrem mão dos contratos tradicionais da indústria  pornográfica e se voltam para uma plataforma que lhes oferece total controle final sobre sua expressão sexual e, principalmente, o dinheiro ganho com o trabalho deles.

Alam posou para uma sessão de fotos apartamento em Nova York para edição especial “Tom of Finland: Sexo e Sexualidade” da revista  Attitude e fez revelações sobre o assunto.

“A indústria pornô foi uma experiência linda. Eu costumava criar vídeos caseiros, mas a indústria pornô era uma experiência completamente agradável, mas diferente”, diz ele.

“Os seguidores do OnlyFans me deram o apoio para criar este e outros projetos na minha vida. É incrível saber que as pessoas seguem você por você, e sou grato por isso. Todos os fãs me deram essa incrível oportunidade de compartilhar meu conteúdo.”

Alam, que interrompeu seus estudos médicos antes de se mudar para os Estados Unidos, explica que o OnlyFans oferece a chance de estabelecer uma conexão mais íntima entre o artista e o público.

“Há muitos fatores que eu levo em consideração ao criar o conteúdo, mas é apenas ser você mesmo e compartilhar seu estilo de vida. É realmente importante ser verdadeiro, pra quem assiste, quando faz sexo na frente de uma câmera!”

Ele acrescenta: “Com o OnlyFans, as portas das mídias sociais também se abriram, me dando a oportunidade de mostrar o que faço no meu dia-a-dia, como fitness e viagens. Gosto de mostrar minha sexualidade sem medo ou julgamento. Gosto da sensação de dar e receber emoções como se fosse a última vez. Por que uma hora pode muito bem ser, certo?”

Embora a OnlyFans tenha tido uma explosão de acessos e crescimento, como qualquer indústria que se favoreça do sexo, isso traz um estigma moralista e preconceito.

“Sempre vejo algumas mensagens negativas, mas não me importo. Essas pessoas não sabem quem eu sou pra me julgar”, reflete Alam.

“E não fico bravo. Talvez queiram ser mais parecidos comigo. Tem pessoas que eu sigo que gostaria de ser mais como elas, e o que faço ao invés de criticar e ter inveja é aprender com elas, ao invés de falar mal ou fazê-las sentirem-se mal consigo mesmo. Daqui parte só amor”. Ele acrescenta e finaliza: “Amor, amor, amor …”.

Veja abaixo algumas fotos de Alam abaixo:

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Don’t call me angel 😋 #alamwernik

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