O GHB, ácido gama-hidroxibutírico, conhecido entre os gays como Gisele (amiga da Keyla, lembra?) para prática de sexo químico, é prescrito como um medicamento para tratar a narcolepsia, mas está sendo cada vez mais usado recreativamente como uma “droga para estupro”, as informações são do Pink News.

A substância, que causa dependência, pode induzir sentimentos de euforia e diminuição da ansiedade podendo também causar inconsciência, diminuição da respiração e do batimento cardíaco, coma e morte. Em quase todos os lugares do mundo o uso recreativo do GHB é proibido.

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Após uma série de crimes violentos em que o acusado usou GHB, o Home Office, estação de polícia e investigação do Reino Unido, anunciou que irá mover a substância da classe C, que inclui esteróides anabolizantes e diazepam, para a classe B, juntamente com cannabis e cetamina (a Keyla).

O Home Office está agindo com base em um relatório divulgado no ano passado pelo Conselho Consultivo sobre o Uso Indevido de Drogas (ACMD), que recomendou a reclassificação do GHB. Quatro homens assassinados em Barking, Londres, entre 2014 e 2015 foram todos mortos por um homem que os atraiu a locais de encontros, os drogou com GHB e disfarçou suas mortes como overdose.

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A secretária do Interior, Priti Patel, disse em um comunicado: “O GHB e substâncias relacionadas foram usados ​​para cometer alguns crimes realmente doentios, incluindo assassinato, agressão sexual e roubo. Farei tudo o que estiver ao meu alcance para proteger as pessoas do perigo, e é por isso que estou aumentando as restrições em torno dessas substâncias perigosas”.

Os criminosos do Reino Unido que usaram GHB em suas vítimas nos últimos anos incluem o assassino em série do Grindr Stephen Port e Reynhard Sinaga, o mais conhecido estuprador de homens da Grã-Bretanha. Port convidava as vítimas para usar a droga como forma de atraí-los aos encontros.

Sinaga foi condenado por 159 crimes sexuais contra 48 homens em Manchester, e muitas de suas vítimas acordaram sem nenhuma lembrança de sua agressão sexual, levando um juiz a conjeturar que ele os havia drogado com GHB e que muitas das vítimas foram ao encontro para usar a droga de forma recreativa com um novo parceiro.