O site “Imgur“, que é uma espécie de Pinterest de memes e gifs, foi o lugar escolhido por uma enfermeira britânica para comentar sobre os casos curiosos que acontecem no seu dia-a-dia em um hospital na Inglaterra.

Conhecida no site como “GoddessBadger“, algumas de suas imagens acabaram viralizando nas redes sociais por abordar de maneira engraçada, não só os perrengues da profissão, como também situações envolvendo a masculinidade frágil de homens heterossexuais.

Uma das primeiras imagens a viralizar foi a história de um homem que se recusou a ser tratado com um supositório, pois, “não era gay”

“Você não pode me dar um supositório. Eu não sou gay”.

Ela explica na postagem que acabou dando uma injeção intravenosa ao rapaz, pois ele era inflexível e não queria um supositório de jeito nenhum.

VÍDEO NOVO DO PÕE NA RODA:

Outra história que chamou a atenção foi de um homem que chegou ao hospital acompanhado de dois policias alegando que alguém havia colocado um vibrador em sua bunda.

“Paciente entrou com dois policiais e um brinquedo sexual em um certo orifício… Ele diz que foi agredido enquanto corria”

Essa foi uma das desculpas mais bizarras que eu já ouvi sobre um vibrador preso na bunda. Esse paciente insistia que ele estava apenas correndo normalmente, como faz toda manhã, quando um assaltante apareceu e começou a persegui-lo com um vibrador. Ele alegou que tropeçou e foi quando o misterioso homem inseriu o vibrador. Nós acreditamos nele? Não, e o tal assaltante nunca foi encontrado“, disserta ela na descrição da imagem postada no site.

Em menos de 24 horas a threadLife as a nurse” (Vida de enfermeira), ficou entre as mais visualizadas e diversos profissionais da área elogiaram a enfermeira por compartilhar suas histórias de forma humorada e por também apontar os casos de racismo que sofre por ser uma mulher negra.

Nas imagens ela também relata casos de racismo, como um paciente que disse na cara dela que queria “uma enfermeira branca”

Eles queriam uma enfermeira britânica“, conta ela, “O racismo é algo comum. Sou britânica, mas não sou branca, e por isso mesmo acabo ouvindo muitos desses comentários“.