Durante a pandemia do novo coronavírus , 36% das pessoas que fazem parte da população LGBTQI+ relatam episódios semanais de discriminação, em especial por parte de profissionais da saúde. Essa informação é do inquérito Nacional de Saúde LGBTQI, realizado em parceria de pesquisadores da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

pessoas LGBT importam
Foto: Breno Araújo

Relatos de depressão na comunidade chegaram a dobrar em relação à população que não faz parte do grupo, enquanto o percentual de pessoas gays, lésbicas, travestis, transexuais, ou bissexuais que se consideram “sempre sozinhos” chegou a 18,9% – ou, praticamente, um quinto do total.

VÍDEO NOVO DO PÕE NA RODA:

De acordo com O Tempo, os efeitos da radicalização da discriminação em relação às pessoas LGBTQi+ são demonstrados, na prática, em números comparados à média da população brasileira. 10% da população geral relata depressão enquanto a taxa em pessoas LGBT é de 25%.