De acordo com estudo desenvolvido pelo “Office for National Statistics” em 2018, cerca de uma pessoa em cada 50 se idenfica como lésbica, gay ou bissexual.

Segundo o site Pink News, os dados, mais recentes de uma série anual sobre populações LGB, oferece uma visão sobre o grupo no Reino Unido, que se mostra mais flexível e autêntico. De acordo com a pesquisa, os números entre as pessoas com mais de 16 anos aumentaram de 1,6% para 2,2% entre 2014 e 2018.

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As pessoas com idades entre 16 e 24 anos são, segundo o relatório, mais propensas a sair do que as mais velhas. O dado mostra que mais trabalho precisa ser feita, ainda mais considerando que cerca de um em cada quatro adultos afirmou que não se sentiria orgulhoso de ter um filho LGBT+, em um estudo de 2019.

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No geral, os homens são mais propensos a se identificar como membro da comunidade do que as mulheres, com um em cada 40 homens fazendo isso em comparação com uma em cada 50 mulheres.

Os dados apontam que Londres continua sendo um centro de segurança e aceitação para as pessoas LGB, já que aqueles que vivem na capital têm maior probabilidade de se identificar como pertencente ao grupo. O nordeste da Inglaterra teve o menor número de pessoas que da comunidade.

Os números também apontam que cerca de duas em cada três pessoas LGB nunca foram casadas ou firmaram uma parceria civil. Uma tendência, sugere a pesquisa, que se reflete na estrutura etária mais jovem das populações LGB.

Ativistas afirmam que o aumento em relação ao ano anterior é um progresso, mas notam a falta de um perspectiva concreto, que leve em conta complexidade da comunidade LGBT+ e os crimes de ódio que ocorrem na Grã-Bretanha.

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Laura Russell, diretora de campanhas, estratégia e pesquisa da Stonewall, enfatizou que os números não são “totalmente precisos” do real número de pessoas LGB na Grã-Bretanha e espera que as estimativas ofereçam aos legisladores, policiais e promotores uma melhor compreensão da população LGB para quem eles prestam serviços.

“Ainda não vivemos em uma sociedade que seja segura e igual para as pessoas LGBT+. Estatísticas recentes mostraram que os crimes de ódio contra pessoas LGB aumentaram 25% apenas no último ano e são ainda mais altos para pessoas trans. Se queremos viver em um mundo onde todos são aceitos, sem exceção, precisamos que todas as pessoas que acreditam na igualdade se levantem e apoiem seus amigos LGBT+, familiares e a comunidade em geral”, afirma.