Primark é investigada após proibir mulher trans de usar provador feminino

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Uma das mais tradicionais redes de vendas de roupas e moda acessível do Reino Unido, e famosa pelos preços baixos, a Primark abriu uma investigação em sua rede após a denúncia de que uma cliente trans teria sido impedida por um segurança da loja de usar o provador feminino.

Tudo começou no Tweet do internauta @n_m_king que fez publicamente em seu Twitter a seguinte denúncia: “Querida @primark, uma amiga trans foi proibida de acessar o provador feminino por um funcionário de vocês na loja de Coventry. Ela foi forçada a mostrar seu passaporte onde inclusive já consta o gênero feminino corrigido! Depois disso ainda, nenhuma desculpa foi dada à ela pelo constrangimento. O que vocês tem feito pra impedir a transfobia entre os funcionários de vocês?”

(continua abaixo)

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Em resposta, a Primark afirmou que tomou conhecimento da denúncia e irá investigar o acontecido, lembrando que todos seus clientes são bem vindos e não só podem como devem usar o provador de acordo com o gênero que se identificam.

Vale lembrar entretanto que esta não é a primeira denúncia do tipo que a rede sofre. Em 2015, outra cliente transgênero teve o mesmo tipo de problema ao ter a entrada impedida por um funcionário no provador feminino.

Além disso, em 2018, a rede sofreu um processo de uma funcionária que alega ter sofrido transfobia por parte de seus ex-colegas de trabalho. Ela ganhou a ação e foi recompensada em 47 mil libras pela loja da Primark da Oxford Street em Londres.

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