Elenco de Queer As Folk se reúne 18 anos após a série; veja como eles estão

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Pra quem é poc novinha, nem deve lembrar. Mas “Queer As Folk” foi uma obra quebradora de paradigmas na história da TV nos anos 90, sendo a primeira série gay da história em uma época onde ficar no armário ainda era o padrão da maioria de nós.

Já se passaram 18 anos desde a estreia da série que teve 83 episódios durante 5 anos deixando muitos fãs órfãos após o final.

A obra foi pioneira em retratar de maneira real o drama da vida gay sem muita censura mesmo nas cenas mais quentes.

(continua abaixo)

Vídeo novo:



Pra se ter ideia, em um tempo sem a tecnologia de hoje e mesmo internet rápida, gays trocavam VHS com episódios e assistiam escondido de toda família quando podiam. Era dificílimo! E essa era só uma das dificuldades em ser gay ainda anos 90…

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Pois bem. O elenco da série se reuniu agora pra matar as saudades e nostalgia de muitos fãs em uma sessão de fotos onde estiveram presentes: Hal Sparks (Michael), Gale Harold (Brian), Randy Harrison (Justin), Sharon Gless (Debbie), Michelle Clunie (Melanie), Thea Gill (Lindsay), Robert Gant (Ben), Peter Paige (Emmett) e Scott Lowell (Ted), que também chegaram a contar algumas histórias da época.

Confira abaixo a sessão de fotos realizada pelo elenco, que celebrou o encontro e o passado:

Em entrevista à imprensa na ocasião, Harold revelou que em sua primeira gravação, teve de filmar a cena de sexo entre seu personagem e o de Harrison: “Foi um jeito curioso de mergulhar nesse personagem. Tudo depois daquele dia foi muito mais fácil”, disse o ator.

Clunie e Gill, que interpretaram respectivamente o casal de lésbicas Melanie e Lindsay, conseguiram se preparar melhor para suas cenas: “Lembro de Thea vindo para a minha casa para a gente treinar o beijo! Era importante que parecesse real”, revelou Clunie.

“Eu sempre disse que fazer Queer as Folk me fez um homossexual melhor”, brincou Lowell. “É uma brincadeira, mas tem um fundo de verdade! A série fez com que eu me abrisse mais, fosse mais vulnerável”.

Já Peter Paige concluiu lembrando a importância do legado da série: “Deus sabe que as roupas e os penteados mudaram, mas as histórias emocionais continuam as mesmas. Eu sempre digo que as pessoas começavam a série pelo queer [os personagens gays], mas ficavam pelo folk [as histórias]”.

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