CBV se pronuncia e Tifanny segue liberada para jogar na Superliga Feminina

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A Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) confirmou nesta quarta-feira (7) que manterá as diretrizes da Federação Internacional de Voleibol (FIVB) e o Comitê Olímpico Internacional (COI) quanto a participação de atletas transgêneros e transexuais na Superliga. Desta forma, a a presença de Tifanny Abreu, do Vôlei Bauru, na principal competição do país está mantida.

A ponteira Tiffany Abreu é a primeira transexual brasileira a atuar na Superliga feminina de vôlei. Ela joga no Bauru para disputar a temporada 2017/18.

Em resposta aos questionamentos feitos pelo site Melhor do Vôlei sobre um possível movimento de times contra a participação da atleta, a CBV também informou que tem os clubes como parceiros e que está aberta a discutir propostas e sugestões, mas que a entidade não abrirá mão de considerar apenas “critérios científicos claros, comprovados e que não firam direitos”.

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As diretrizes do COI foram anunciadas em novembro de 2015. Após, a FIVB seguiu o mesmo posicionamento, o que permitiu Tifanny e outras atletas atuarem na categoria feminina. Na temporada passada, ela jogou na liga B do Campeonato Italiano.


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