Casal de lésbicas é torturado brutalmente e morto uma em frente a outra

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Após investigação, a Justiça descobriu que o casal sulafricano formado por Joey Van Nierkerk, 32, e Anisha Van Nierkerr, 30, foi torturado e morto em um crime de ódio por motivação lgbtfóbica. As duas viviam juntas há 3 anos e já estavam desaparecidas desde 10 de Dezembro quando saíam juntas da casa onde moravam em Mooinooi rumo ao funeral do pai de Joey.

O carro delas foi encontrado queimado seis dias após o sumiço e no dia 28 de Dezembro foi confirmado que uma ossada encontrada nos arredores da estrada perto da casa onde as duas moravam, era do casal.

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Antes de serem mortas, as vítimas foram sequestradas e mantidas em um container que pertencia a uma das oito pessoas suspeitas de terem praticado o crime.

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O coronel Isaac Tlhape, que investigou o assassinato, disse que uma das vítimas foi levada pra dentro da casa de um dos suspeitos e estuprada enquanto a outra foi obrigada a assistir tudo: “Depois disso, as duas foram levadas para um container e amarradas”, disse ele em depoimento à corte britânica.

As duas então foram enforcadas com cordas e deixadas para morrer. Os corpos e roupas de Joey e Anisha foram jogados em latas de lixo e incendiados: “Ambos os corpos estavam cobertos de madeira e lixo para tornar o fogo mais forte”.

Ao todo, oito suspeitos foram acusados de envolvimento no crime e agora são investigados por assassinato, estupro, sequestro, roubo, posse ilegal de arma de fogo e tentativa de obstrução de justiça.

Joey e Anisha estavam juntas há 3 anos.

Um dos suspeitos de estar por trás do assassinato ainda era tido como conhecido do casal.

Parentes das vítimas e amigos próximos estiveram presentes no tribunal durante o julgamento usando camisetas que diziam “Justiça para Joey e Anisha”.

Wynand Van Niekerk, irmão de Anisha, escreveu um post no Facebook chamando de “pesadelo” a história. Já a irmã dela, Rina Payne, declarou: “Quando elas não chegaram ao funeral na segunda-feira, sabíamos que algo estava errado. Fomos procurá-las”.

“É difícil sentar aqui no tribunal todos os dias e ouvir o que essas pessoas acusadas foram capazes de fazer com a minha irmã. Existem tantas contradições nas histórias que já nem sei o que pensar”,  concluiu o irmão de Anisha falando para a imprensa.


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