Bancada religiosa veta projeto de Marielle Franco contra homofobia

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Na Câmara dos Vereadores do Rio de Janeiro, o PSOL apresentou seis projetos de lei da vereadora Marielle Franco, que morreu assassinada a queima roupa em um crime ainda sem explicação da polícia, quase 2 meses atrás.

O primeiro projeto colocado em pauta, que visava ajudar no combate a LGBTFobia, foi adiado.

O segundo, que tratava de fomentar campanhas contra violência sexual, foi colocado para ser discutido em uma segunda sessão a ser definida. O mesmo ocorreu com a terceira proposta que propunha que creches abrissem a noite para atender pais que trabalham em período noturno, como enfermeiros e porteiros, e não tem onde deixar seus filhos.


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As três últimas propostas apresentadas pelo menos foram aprovadas. A primeira é a inclusão do Dia de Thereza de Benguela ao Dia da Mulher Negra, em homenagem a líder quilombola.

A segunda proposta aprovada foi a criação do Dossiê Mulher Carioca, que deve ajudar na formulação de políticas públicas que se voltem à saúde da mulher.

Já a terceira proposta trata da efetivação de medidas socioeducativas impostas pelo Judiciário para menores infratores.

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