Bancada religiosa quer proibir palavras “gênero” e “orientação sexual” nas escolas

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Proibir PALAVRAS. É isso mesmo. Algo soa mais surreal ou ditadorial do que isto para você? Pois bem. Em mais um de seus ataques, a bancada conservadora da Câmara se uniu para proibir o uso das palavra “gênero” e “orientação sexual” na edução.

O projeto segue a todo vapor e agora só falta ser aprovado pela comissão especial, que adivinhem, é formada somente por evangélicos.

(continua abaixo)


Vídeo novo:



Conforme noticiado pelo jornal Folha de São Paulo, o documento diz que “a educação não desenvolverá políticas de ensino, nem adotará currículo escolar, disciplinas obrigatórias, nem mesmo de forma complementar ou facultativa, que tendam a aplicar a ideologia de gênero, o termo ‘gênero’ ou ‘orientação sexual’”.

O relator do texto, deputado Flavinho (PSC-SP), afirmou sobre a medida do alto de toda sua ignorância no assunto de sexualidade e identidade de gênero: “A maioria esmagadora tanto de intelectuais quanto da população em geral acredita que homem é homem e mulher é mulher”, e complementou: “O que sabemos por experiência concreta é que uma cultura heteronormativa foi imprescindível à perpetuação da espécie humana e ao desenvolvimento da civilização ocidental.”

(continua abaixo)


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Ou seja, em um parágrafo, o tal deputado Flavinho mostra toda sua ignorância ao não reconhecer que gays e lésbias podem sim quando bem entenderem usarem seus órgãos reprodutores, além do que, pessoas LGBT sempre existiram mas em minoria na sociedade e na natureza. Não existe qualquer ameaça a perpetuação da espécie humana, que aliás, não iria mal a essa altura do campeonato até um certo controle de natalidade em muitas regiões do planeta.

Obviamente, toda groselha vomitada pelo deputado é apenas desculpa para que ele possa expressar sua visão limitada, ignorante e preconceituosa.

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