Após Rússia, próxima Copa do Mundo será em país ainda mais homofóbico

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A Fifa não parece muito preocupada em relação aos direitos humanos e segurança dos turistas LGBT nos países que sediarão as próximas Copas do Mundo.

Seguido da Rússia em 2018, onde até falar sobre diversidade publicamente pode ser enquadrado como crime pela lei “anti-propaganda gay” do país, a próxima nação a sediar o mundial também será um lugar extremamente hostil e homofóbico com a população LGBT.

O Qatar, país muçulmano que sediará o evento em 2022, tem como crime relação homossexual. Em 2013 inclusive o país chegou a se juntar a outros do Oriente Médio que propunham a criação de uma proibição de turistas gays na região.

(continua abaixo)

Vídeo novo:



Em 1995 inclusive, um americano que fazia turismo pelo Qatar foi condenado a seis meses e 420 chicotadas pelo crime de “atividade homossexual”.

Ainda que a Fifa e o Comitê organizador da Copa da Rússia tenham garantido que manifestações com símbolos LGBT serão permitidos durante a Copa, defensores da causa LGBT recomendam cautela e criticam a escolha de um país homofóbico para sediar um evento mundial e plural que envolve tantas nações e culturas, como é a Copa do Mundo. E eles tem toda razão.

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